quarta-feira, 5 de novembro de 2008

A luta por um lugar ao sol

O modelo econômico adotado a partir de 1964, cujo período militar foi um marco em termos de trajetória política-econômica, trouxe a definitiva inserção brasileira ao controle do capital internacional. É claro que para suprir as novas exigências do mercado, o sistema de ensino deveria adptar-se, reformar-se, dar luz as novas exigências de qualificação profissional afim de melhorias em perspectivas ocupacionais, em funçao da crescente oferta de trabalho das grandes metropoles que se multiplicavam cada vez mais por todo o Brasil. Assim a procura de trabalho cresceu significativamente, o que caracterizava a oferta, mas não o emprego, pois ambos havia a exigência da qualificação.

Foi exatamente nessa idéia e moldes que professores, alunos e ex-alunos discutiram na Semana de Comunicação da Faculdade Estacio de Sá, sobre o tema mercado de trabalho do jornalista em Belo Horizonte, e como funciona a luta de alunos e ex-alunos por um lugar ao sol.

O evento se realizou no Auditório JK, da Faculdade Estácio de Sá no dia 30 de outubro e contou com a presença de vários atuantes do mercod em Belo Horizonte como, Isabela Lopes (Tv Minas e Rádio Alvorada), Eliane Marques (Rádio do restaurante popular), Ricardo Divino (Link e comunicação), Renan Damasceno (EM) e Prof° Evaldo.

Hoje, inegavelmente, são várias as instituições de ensino de 3° grau de boa qualidade em Belo Horizonte, e é cada vez maior o número de pessoas que ingressam na faculdade em busca de sonhos, dinheiro, fama, conquistas e mesmo com grandes dificuldades como salário baixo, demanda de formandos maior que a de empregos, é possivel sim que o aluno, ou até mesmo o recém formado possa encaminhar dentro de sua profissão desejada, desde que lá no ínicio de tudo, nos primeiros trabalhos acadêmicos esse mesmo aluno demonstre senso de pesquisa, garra, responsabilidade, notas boas e desejo por sucesso.

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